sexta-feira, 6 de outubro de 2017

Saiba porque "homem" matou o idoso e agrediu a esposa pelas ruas de Pedreiras 

Luciano Luan deu detalhes de como assassinou o idoso que estavam em companhia de sua 
mulher, em um motel de Pedreiras; ele disse que estava arrependido, falou tudo mesmo... 
A reportagem da TV Ouro Vivo também ouviu o delegado a respeito do caso que abalou 
Pedreiras.


A Justiça da Comarca de Pedreiras (MA) decretou nesta sexta-feira (6) a prisão preventiva 
de Luciano Luan Lopes, preso em flagrante pela suposta prática de homicídio contra 
Raimundo da Silva, e tentativa de homicídio contra a mulher T. P., sua ex-companheira.


A juíza Larissa Tupinambá, titular da 3ª Vara, assina a decisão e ressalta que a prisão 
preventiva é necessária para impedir a reiteração criminosa do acusado, pois o autuado já 
obteve em seu desfavor medida protetiva de urgência solicitada pela vítima, que 
demonstra não ser suficiente a imposição de medidas cautelares. O crime gerou grande 
repercussão na cidade.

Consta do auto de prisão em flagrante remetido pela autoridade policial local, que Luciano 
Lopes teria flagrado sua ex-companheira na companhia de Raimundo Mourão em um dos 
quartos da Pousada do Inácio, localizada na Rua Maneco Rego.

“Enciumado, o autuado agrediu a vítima Raimundo batendo sua cabeça contra a parede 
até a morte. Não satisfeito, o autuado a agrediu fisicamente sua "ex-companheira", com 
socos no rosto e ainda a arrastou nua pela cidade, puxando-a pelos cabelos, só cessando 
as agressões após a intervenção de um primo da vítima”, discorre a decisão.

Ainda segundo a Polícia Civil, após praticar os crimes Luciano Lopes empreendeu fuga e foi 
capturado já no Povoado São Benedito, zona rural de Pedreiras.

Para a magistrada, a inequívoca a frieza e o desprezo que o autuado demonstrou pela vida 
humana, também justificam a conversão da prisão em flagrante em preventiva, como garantia 
da ordem pública. “...Em casos como o presente, de grande repercussão social, exige-se 
do Estado a resposta imediata, em atenção à retributividade, inerente ao processo 
penal, que também serve como desestímulo para práticas delituosas”, frisa a juíza na 
ordem de prisão.



O Judiciário aguarda, agora, a remessa do Inquérito Policial para remeter ao Ministério 
Público, órgão responsável pela análise do documento e oferecimento, ou não, da denúncia 
que pode gerar uma Ação Penal. Se pronunciado, o réu será levado ao Tribunal do Júri Popular.









Do Blog do Carlinhos 

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